Por Alexandre Andrade
Criada em 1970, a tropa de elite da PM-SP nasceu para atuar nos cenários mais críticos do crime urbano: assaltos a bancos, sequestros e confrontos de alto risco. Desde então, tornou-se símbolo de prontidão e resposta rápida.
Disciplina, coesão e cultura operacional própria definem a ROTA. Treinamento intenso, patrulhamento motorizado e protocolos táticos especializados consolidam seu papel como força decisiva em áreas de alta criminalidade.
thefalloutbrasil.com
Operações recentes, como a Aegis (2025), mostram prisões, apreensões e redução pontual de crimes violentos. A tropa concentra missões de alto risco e poupa efetivos convencionais em cenários extremos.
Episódios como o Caso Rota 66 e denúncias recentes de uso excessivo da força reacendem debates sobre letalidade, fraude processual e vulnerabilidade de populações periféricas. Transparência e controle são demandas crescentes.
Especialistas defendem aprimoramento contínuo: formação com foco em direitos humanos, câmeras corporais, monitoramento independente e integração com inteligência e ações sociais. O futuro da ROTA depende do equilíbrio entre eficiência e respeito à dignidade humana.